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Os professores, locutores, advogados, telefonistas, cantores, atores, entre outros, são considerados profissionais da voz. É imprescindível que estes profissionais tenham sempre ao seu alcance um copo com água em temperatura ambiente, para ser tomado em goles durante suas atividades. A quantidade ideal é a ingestão de 2 litros por dia. Um corpo hidratado terá suas pregas vocais também hidratadas e como conseqüência haverá melhor flexibilidade, vibração e resistência ao falar (PINHO, 1997) e com isso diminuirá o risco de alterações orgânicas como nódulos, pópilos, cistos... Os líqüidos aumentam a saliva e a umidade nas vias aéreas, das narinas até os tubos brônquicos nos pulmões. Sem uma hidratação adequada a voz poderá sair forçada, a garganta poderá parecer seca e às vezes até sentir dor. Com o consumo adequado de líqüidos, o som da voz pode melhorar, e a secura na garganta e a dor podem desaparecer. Um meio excelente de checar o nível de hidratação do corpo é através da urina. Quanto mais o indivíduo hidrata seu corpo, mais clara será a coloração de sua urina; este é um bom indicativo. Deve-se ter uma atenção cuidadosa, também, aos níveis de umidade do ar. Conforme BOONE (1996) a umidade ambiental ideal para a voz é em torno de 50%. Portanto, em locais onde a umidade do ar é baixa, como aqui no norte de Minas, pode ser prejudicial para obter uma boa voz. Isto porque resseca o trato vocal. Procurar, então, beber mais líqüidos e acrescentar umidade ao ar através de umidificadores.
ATENÇÃO
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A ingestão de sucos cítricos pode ser também considerada uma boa opção de hidratação, desde que sejam naturais e não açucarados. |
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O consumo abusivo de refrigerantes deve ser evitado, pois, a grande quantidade de gases no estômago pode prejudicar a livre movimentação do diafragma. |
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As fórmulas medicinais para dietas alimentares geralmente contém componentes diuréticos que eliminam líqüido do organismo. |
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A permanência em ambientes sob ar condicionado causa o ressecamento das mucosas do trato respiratório, portanto deve-se intensificar a ingestão de água. |
Luiza Augusta Rossi Barbosa |